Adan L. Marini (Calote)

Digamos assim, isso é um diário digital, onde posto assuntos de meu interesse e outros que me chamam a atenção. E claro, algumas histórias engraçadas. Aqui vou comentar filmes, música, séries, desenhos, games... Não, não é viadagem, até porque não vou começar os textos com "querido diário". É apenas uma maneira fácil que encontrei de botar alguns assuntos que estão na minha cabeça pra fora. Desabafar, desafogar, fazer o trânsito andar.

31 maio, 2006

Assisti ao Código Da Vinci


Ontem eu a Iandra e o Maurício fomos assistir ao Código Da Vinci. E algo já se comprova de cara, algo que sempre se confirma e dificilmente um irá mudar. O livro é melhor que o filme. O único caso de livro pior que filme que eu ouvi falar foi o do Paciente Inglês, que eu não assisti e nem li e sinceramente acho que isso não faz falta.
Não que o Código da Vinci seja um filme ruim, longe disso, é muito bem feito, mas faltou um algo a mais sabe, faltou clima de suspense, faltou emoção nas cenas em que ocorrem algumas revelações bombásticas.
O livro claro, tem muito mais detalhes, é mais explicativo, se desenrola sem pressa. É até de se admirar que tenham conseguido fazer um filme de apenas duas horas e meia em cima do livro, que é um pouco extenso.
Uma coisa me admira nos livros é que como pode uma leitura ser melhor que algo tão visual e sonorizado como um filme, que é a mais completa forma de arte de nossa atualidade? Isso prova o poder de um livro bem escrito e o poder de nossa imaginação.


A Iandra não leu o livro e gostou do filme, Maurício leu e não gostou muito do filme, eu li o livro e achei o filme bom, mas ficou devendo pra todo o alarde que fizeram.
Alguns elementos essenciais que haviam no livro foram tirados, e alguns elementos desnecessários que não haviam no livro foram colocados no filme, causando um pouco de estranhamento.
Ele tem partes muito arrastadas e partes muito corridas, não tem um meio termo, algo que se desenvolva e siga um mesmo pique. Mas nada que comprometa o filme em si.
Os erros mais graves estão nos personagens. Tom Hanks como Robert Langdon está passável (e com um cabelo pra lá de estranho, a Iandra falou que ele parece o Bono Vox hahah), até pelo fato de Langdon ser meio introspetivo. A atriz Audey Tatou não convence muito como Sophie Neveu, porque no filme está mais perdida do que não sei o quê! Enquanto no livro é uma policial inteligente que ajuda muito Langdon a decifrar os enigmas. O citado “Mestre” não chama tanta atenção e nem aguça o telespectador a descobrir quem ele é como faz o livro. Alfred Molina como Aringarosa só faz algo que pode ser chamado de ponta, pois não tem tanto destaque nem tanta importância, assim como Bezu Fache interpretado por Jean Reno. No livro ele é um policial obstinado que não pára até que o caso seja resolvido, passa por cima de quem for pra isso. Só que no filme o papel de Jean Reno (que era quem o autor do livro tinha em mente quando o escreveu), é ofuscado por seu ajudante Collet. Leigh Teabing (Ian Mckellen) está ótimo, não deve em nada para o livro, assim como o monge Albino Silas que era exatamente como eu imaginava. Vários outros personagens tiveram sua participação ofuscada, como o gerente do banco, e o mordomo de Leigh, o que é meio frustrante.
Mas nem tudo no filme são críticas, por exemplo quando começam as revelações sobre os quadros de Da Vinci chega a dar um frio de emoção na barriga. Teve uma cena de acidente de carro em que alguns no cinema até pularam. Os ambientes são ótimos também, ajudando no clima de investigação. Sem falar que algumas cenas estão exatamente como o livro descreve. O final do filme com Langdon é mais emocionante que o do livro com a música que conduz ao clímax de tudo o que significou em sua busca.

Infelizmente, quem não leu o livro vai ficar boiando em algumas partes que não foram totalmente esclarecidas. Não deixa de ser um bom filme, eu recomendo que assistam, só que é impossível não fazer comparações com o livro, sabe, acho que logo, logo, ele vai ser esquecido, não que Dan Brown e os produtores estejam preocupados já que o filme já rendeu quase 500 milhões de dólares mundo à fora.

29 maio, 2006

Cheff de Cozinha

Sabe, sei que às vezes coloco aqui coisas supérfluas do dia a dia, mas pra você que lê, eu sei que são engraçadas, olha a última por exemplo.
Nesse Sábado na casa da Iandra, ela decidiu fazer um Strogonoff para nós de almoço. Coisa que ela nunca tinha feito, mas eu confiei porque ela tem uma boa mão pra cozinha além do mais não é tão difícil assim.
Bom, faltava apenas salsinha pra completar os ingredientes e pão, e lá fui eu comprar no mercadinho mais próximo. Já eram duas da tarde (que hora pra almoçar) e imaginava-se que já estaria aberto, mas não só estava fechado como tinham duas senhoras, praticamente iguais, baixinhas roliças e de cabelo curto. Acho que as pessoas mais velhas usam os cabelos curtos assim porque depois da vida inteira cuidando deles se cansam disso, não imagino outro motivo, ou vai ver que mulheres de mais idade e com cabelos compridos sejam consideradas peruas, sei lá.
Bom, voltando ao assunto, como imaginei que o mercadinho fosse abrir logo, fiquei esperando lá na porta junto às senhoras. Elas me pediram a hora reclamaram umas coisas de o mercado ainda não estar aberto, dei uma rizada de canto e esperei um pouco ali junto delas, depois fui embora. Dar uma volta na quadra pra ver se nisso o mercado abria.
Voltando, olhei de canto na esquina contrária pra ver se ainda estavam lá, porque não estava afim de ficar trovando com elas. Não estavam, daí imaginei que o mercado já estivesse aberto e elas tinham ido embora, sabe, coisa minha ser meio anti-social assim, mas na verdade elas estavam no outro lado da esquina, e eu não tinha visto elas, droga! Agora não tinha volta porque eu já estava a caminho e ia ser estranho virar as costas e cair fora.
Porque fui fazer isso? Tipo, sabe como são pessoas mais velhas, adoram um bom papo. Enquanto esperava fiquei sabendo que elas moravam ali por mais de 60 anos, que aquilo tudo era um matagal, que logo que saiu o Aero-Ilis uma delas tinha comprado e falava como aquilo é que era carro porque com ele tinha ido pro Rio de Janeiro duas vezes. E mais, depois um dos filhos dela tinha comprado um Chevette, e esse era ruim porque muito durão e agora eles têm um Corsa que é todo de plástico e não dura nada e blá blá blá. Fiquei sabendo também que um de seus vizinhos (ela apontou uma casa bem velha) tinha bastante dinheiro, mas apesar disso não reformava e nem pintava a casa que tinha perto dos 70 anos, e o pior, ele (um senhor de 85 anos) já tinha tentado suicídio duas vezes, na primeira as cordas arrebentaram. E na segunda viram ele comprando as cordas e o pegaram pendurado na corda já todo “preto”. No momento ele estava no hospital se tratando, no Fátima que é ali perto. Numa hora passou um cara por elas que as cumprimentaram, e foi só o indivíduo se distanciar pra uma delas o chamarem de vagabundo, que se encostava na mulher e tal. “Mas ainda que assim ele largo do cigaro né?” hahahaha
Bah, que velhas fofoqueiras, meu Deus! Mas serviu pra alguma coisa, nessas elas me deram a idéia de pedir pra minha mãe fazer um doce de bolacha que há muito eu não comia.
Bom, me despedi delas de novo e resolvi ir num outro mercado ali perto porque mais um pouco o almoço ia virar janta.
Peguei o “auto” e fui, chegando no mercado novamente esqueci os faróis ligados que o dono do mercado fez questão de me avisar: “Ô magrão, o farol tá aceso!”
Bom, não lembrava direito como era salsinha, na verdade não tinha certeza se era como eu me lembrava. A Iandra até tentou me explicar: “Parece uma folha de maconha só que pequeninha e gordinha!” Ok, confirmou, era com eu me lembrava.
Entrei no mercado e já de cara achei a especiaria, mas achei estranho de estar num pacote, eu li, vi a foto e realmente era salsinha. Pensei: “Hum, foi fácil”! Mas foi só chegar na casa da Iandra e mostrar isso da foto pra ela cair na gargalhada e dizer que até dava pra usar isso só que ia demorar uns dias.
Sem falar que ela saiu contando pra minha família e todos os parentes dela no almoço de Domingo. Mas tudo bem, já acostumei com a idéia, afinal estou colocando isso no blog mesmo hehehe.

25 maio, 2006

X-men - O Confronto Final

Opa, vai estrear mais um filme que eu venho acompanhando a produção há algum tempo e tô muito empolgado pra ver. Não sei se vocês já ouviram falar de X-men - O Confronto Final! Hehe, pois é, este filme que pode ser considerado a história definitiva de heróis no cinema tem tudo pra dar certo. Mesmo com a troca de diretores (O pai da franquia migrou para o filme do Superman, que convenhamos não vai ser melhor que X-men - O Confronto Final). Quem assume o manto do diretor é o competente Brett Ratner, de A Hora do Rush 1 e 2 e Dragão Vermelho.
O Filme está mais curto, um pouco mais de uma hora e meia contra as mais de duas horas dos anteriores. O que me deixa meio preocupado pois tem uma carrada de personagens para serem apresentados e muita história pra se contar.
Mas acho que posso ficar tranqüilo porque é difícil estragar a franquia mais do que consolidada dos X-men, além do mais, nas exibições só para a imprensa andam falando que o filme é ótimo. Mas também, fiquei louco só com o trailer, que aparece Wolverine sendo arremessado contra um sentinela por Colossus no melhor estilo “arremesso especial”, velho conhecido dos quadrinhos.
Vamos ver se até terça tenho como ir, o pior é que também tenho que assistir ao Código Da Vinci.

Em Sin City...

Finalmente!!!
Após um ano espera consegui assistir ao filme que eu tanto queria: Sin City.
Tenho que admitir que não foi fácil, tive que resistir de locar e de pegar emprestado. Tudo isso porque não consegui vê-lo no cinema. A partir disso jurei pra mim mesmo que só ia assistí-lo depois que o comprasse. Dito e feito.
E valeu à pena, cara do céu, o filme é o extremo de tudo que eu já vi e gosto de ver em um filme. Ele é visceral, escancara tudo sem papas na língua. Violência extrema, ação extrema, humor negro, ótimos efeitos especiais, personagens interessantes, elenco de dar inveja e ótimo roteiro. Tudo sob a direção do faz-tudo Robert Rodrigues, o criador Frank Miller (que faz ponta como um padre),
e o especialmente convidado Quentin Tarantino, que dirigiu a engraçada cena de Dwight conversando com o cadáver degolado de Jackie Boy.
Sem falar num dos diferenciais mais chamativos do filme que é o fato de ser todo em preto e branco, mas com alguns detalhes relevantes coloridos (lábios, olhos, roupas). A iluminação também é demais, dando todo um clima noir. Na verdade, tem todos os elementos de um filme noir, clima, personagens, narração...
Outro detalhe interessante foi ter deixado o sangue em branco em algumas cenas, o que faz mexer com a cabeça de quem assiste, é bizarro.
É incrível que todos os cenários (menos o bar) tenham sido feitos em CG, porque a montagem está muito bem-feita.
Para alguns, o filme vai parecer tosco e exagerado em algumas cenas pois contém muitas características de Tarantino e dos quadrinhos, onde é normal o exagero. Mas fica melhor ainda para quem já está familiarizado com ambos.
E falando em quadrinhos, o filme é originado na obra em quadrinhos do mestre Frank Miller, e é uma compilação de 3 histórias que se passam na sombria, violenta e decadente Basin City. Não sendo apenas uma compilação dessas histórias, ele é uma história em quadrinhos em movimento, uma transposição direta dos deles para a tela. Parece até que a HQ serviu de Storyboard para o filme.


O longa conta com três histórias distintas que de alguma maneira se entrelaçam.
Na primeira o durão Marv (Mickey Rourke) tem que descobrir quem assassinou a única mulher (uma prostituta) que ele amou na vida. Ele começa interrogando peixes pequenos até descobrir que o buraco é muito mais embaixo, e tem gente muito graúda envolvida na coisa.


Na segunda temos Dwight que tem de livrar o bando arruaceiros de Jackie Boy das confusões e quando eles vão para a Cidade Velha, onde as prostitutas mandam, a coisa se complica e toma proporções onde até a máfia estará envolvida. Enquanto o caos toma conta da Cidade Velha Dwight terá que dar um jeito de terminar com a confusão que Jackie Boy e seu bando começaram.

Na Terceira Hartigan (Bruce Willys), um dos poucos policiais que prestam em Sin City, vai atrás de um pedófilo que é filho do Senador Roark. Indo contra tudo e todos, Hartigan salva a pequena Nancy (Jéssica Alba na versão mais velha), mas aleija o estuprador. O senador jura vingança contra Hartigan, e consegue que o mesmo seja acusado de estupro e vá para a prisão onde ele passa 8 anos mantendo as forças graças às cartas de agradecimento de Nancy. Mas um dia as cartas cessam e Hartigan percebe que novamente estão atrás de Nancy. Desesperado para sair da prisão ele confessa seu crime mesmo não o cometendo e vai atrás de Nancy, é seu passado que volta para assombrá-lo.

Com certeza um dos melhores filmes que já vi na vida, num dia assisti a versão legendada e no dia seguinte a dublada.
É o novo Pulp Fiction.
Mais filmes assim deveriam se feitos hoje em dia, corajosos e inovadores.

23 maio, 2006

Beats Lounge de mim!!!

Cara, fazia já algum tempo que não saía com alguns amigos meus, ainda mais depois de uma discussão que eu tive com eles um tempo atrás, eis que neste Sábado que estava calmo, frio e sem nada para se fazer senão ficar em casa vendo uns filmes debaixo das cobertas, me mandam uma mensagem convidando eu e a Iandra pra irmos na tão falada Beats Lounge. Tudo bem, uma ligação para esclarecer quanto tá a entrada e tal (uma facada), decidimos ir. Juntei a pouca grana que me restava pois acho que vale a pena gastar fazendo festa com meus amigos. Não sou nem um pouco fã de boate, mas quando têm meus amigos e cachaça a festa tá garantida.
Inclusive um deles passou aqui em casa antes de irmos pra casa da Iandra pra ela se arrumar. Ele já tava meio quá, e veio aqui pra ver se ia ou não pegar uma roupa emprestada é porque ele estava com todas as suas sujas! Muito engraçado! Heheh Mas tudo certo, não precisou, ele tava na beca.
Levei então a Iandra até a casa dela, onde esperei (por um bom tempo hehe) ela se maquiar se vestir, perfumar... mas valeu à pena, ela ficou linda.

Fomos então pro local da festa. Estacionei meio longe porque a rua estava lotada, ainda que não precisava molhar a mão dos guardinhas.
Feito isso enfrentamos uma fila de uns 20 minutos na garoa, êita saúde.

Lá dentro foi uma empurra-empurra até acharmos os caras, ainda que foi fácil. Tivemos sorte porque eles recém tinham comprado um litrão e já fui enchendo um copo. Devo ter bebido mais de 6 naquela noite! A Iandra não podia beber, ainda bem, é uma garantia de voltarmos vivos pra casa! Hahaha
Bom, quanto ao lugar, quando chegamos tinha uma banda que nem sei o nome só tocando farofada.

Não imaginei em um dia ficar feliz pelo Tunti tunti finalmente começar. Era aniversário da prima da Helen. A nossa mesa estava ao lado de um corredor e como o lugar tava cheio tinha gente se espremendo o tempo inteiro passando por e em nós. Ir para o banheiro era um inferno, naquele lugar tinha fila pra tudo, pro bar, banheiro, cabides. Que inclusive a Iandra depois de ficar muito tempo na fila avisaram que não tinha mais lugar pra largar a roupa, ela emputeceu. Mas depois conseguiu colocar elas no mesmo número das de um amigo (o mesmo que veio aqui em casa).
Haha, uma hora engraçada foi quando uma mina subiu numa mesa pra dançar, daí percebi como aquele lugar era virado em seguranças. Pipocavam por todo o lado e pediram pra ela descer.
Tempo passa, eu e o Pau D’água resolvemos baixar mais um litro. Passado mais um tempo o Marcelão vem nos avisar que esse meu amigo (o que veio aqui em casa) estava numa confusão, ele quebrou um copo na cara de um louco que tava soqueando e chutando ele. Me falaram, o cara começou a brigar do nada com ele e por isso levou uma copada que deve ter estragado a orelha do cara pra valer. O pior é que meu amigo nessas foi espancado pelos seguranças da casa, vai ver porque o cara que levou a copada tava sangrando e meu amigo relativamente ileso.
Bah, meu amigo tava mal depois do que os seguranças fizeram com ele, coitado, e eu e o Marcelão ajudamos ele a sair de lá, pelos fundos. Amigos estão aí pra isso. Parecia coisa de filme de máfia, um depósito com vários seguranças-armário, mas tudo terminou bem nesse sentido. Meu amigo saiu com o carro do Marcelão que mais tarde passaria pra pegar ele e a Helen.
Devido a confusão, resolvemos ir embora, mais uns 20 minutos na fila. Na hora de pagar a conta, deu muito mais do que se imaginava, porque só eu e o Pau D’água tínhamos baixado o litro e percebi que não tinha dinheiro e nem talão de cheques. Sou uma anta mesmo. Mas a Iandra (Santa Iandra) estava prevenida e nos salvou.
Lá fora o que nos esperava era o frio e adivinhem, deixei os faróis do meu carro ligados e eu estava sem bateria. O pior é que as portas trancam só com interface e sem bateria elas não iam abrir nunca. Daí me lembrei que às vezes elas não trancam, que sorte a minha, as portas estavam abertas. Contei com a boa vontade de um dos guardinhas pra ajudar a empurrar e fazer pegar no tranco e consegui!!!

Levei a Iandra de volta pra casa e fui pra casa pra um merecido descanso.
Como já falei pra um amigo, a gente um dia vai lembrar disso tudo e dar rizada.

Afortunado

Bah, uma coisa muito tri aconteceu comigo ontem.
Estava eu bem belo deitado na cama e assistindo TV...

(sim comprei uma TV pro meu quarto, agora posso assitir sossegado, que faceiro que eu tô) quando sinto que tenho um papel no bolso, boto a mão e encontro uma nota de 10 reais!!!
Que faceiro que fiquei, mas foi por pouco tempo porque percebi que sou mais desligado do que imagino, tipo, nem sequer lembro de ter colocado aquela nota ali.
Preciso me ligar mais, ficar mais atento, vivo. Mas tudo bem, ainda que achei a nota. hehe

Dica de Música – Red Hot Chilli Peppers – Stadium Arcadium

Quem me conhece sabe que não sou fã dos caras, mas fiquei curioso com o fato de todo mundo estar falando bem do último álbum Stadium Arcadium.
Primeiro ouvi em o single em rádios e achei legal, depois comentaram do álbum ser bom e tal, depois o Maurício (meu colega de trabalho e também de blog) baixou e também achou muito bom. Só me restou ouvir ele todo né?
E não é que o álbum é bom mesmo? Nesse álbum eles fazem um som limpo, bem rock, muito swingado com a guitarra de John Frusciante que domina no disco. O cara ta muito inspirado nos riffs e solos, que faz tudo com o toque de rock dos anos 70 como (Led, Deep Purple). Claro que o som deles não escapa de ter o rap que os caracteriza e me faz desgostar, mas está em minoria neste álbum duplo (!). Sim duplo, coisa que as bandas de hoje que só lançam coletâneas dificilmente fazem com um álbum inédito. Pra mim, álbum duplo é transbordar criatividade que é o que eles provam com Stadium Arcadium.

Recomendo.
Ah e achei a capa do disco brega! hehehe

Bilheteria o Código Da Vinci

É pois é, parece que apesar das duras críticas, o Código Da Vinci foi muito bem obrigado nos cinemas americanos nesse final de semana, liderando o ranking dos mais assistidos e sendo o segundo lugar nos filmes que mais lucraram numa estréia mundial com 77 milhões de doletas arrecadados só nos EUA. E no mundo já rendeu 224 milhões, ficando apenas atrás de Guerra nas Estrelas - Episódio 3 (Uhuuu!!!).

E parece que o fato de o filme ter ido muito bem nas bilheterias, deu sinal verde para um novo filme com o Robert Langdon, filme este baseado no livro Anjos e Demônios que foi lançado antes mesmo de O Código Da Vinci.
Este eu ainda não li, mas isso é uma questão de tempo, hehe. Pelo que li, o livro coloca Langdon e uma bela cientista italiana contra a misteriosa organização secreta conhecida como Illuminati. Já li algo a respeito dessa organização e pra quem gosta de conspirações é um prato cheio. O legal é que Tom Hanks está confirmado para repetir a dose como o simbologista Robert Langdon.
O pior de tudo é que hoje é terça e não vou poder ir ver o filme porque estou sem grana pro cinema e pra gasolina, droga. Mas logo, logo dou um jeito nisso tô numa ânsia...

19 maio, 2006

O Código Da Vinci

Eba, eba, hoje estréia o Código Da Vinci!
O pior de tudo é que nenhuma crítica que eu tenha lido fala bem do filme de Ron Howard.
É estranho sabe, já que quando li o livro, na verdade devorei ele, todas as imagens estavam na minha cabeça de tão bem descrito e escrito que era, simplesmente viciante. Sendo assim a adaptação literal para o filme deveria ser mais fácil.
Bom, não foi bem isso que eu andei lendo. Pelo que vi por aí o filme não cria a mesma tensão do livro, ele escancara muito os segredos, não faz a platéia pensar. E dizem que a performance dos atores não estão boas salvo Ian McKellen que se destaca.
Mas tudo bem, críticos são pra isso mesmo, criticar! hehehe
Quem vai decidir se o filme vai ser um sucesso estrondoso ou não é o público, e, se todos que compraram o livro ( que vendeu mais de 40 milhões de cópias) assitirem ao filme ele será um sucesso sim.
No começo quando ouvi falar que estavam fazendo um filme eu já pensei em sucesso nas proporções do que Titanic foi, agora já não tenho tanta certza.
Tudo isso não tirou minha curiosidade para assisti-lo. Terça-feira eu vou, porque é mais barato! heheh

18 maio, 2006


Voltando ao assunto dos vinis.
Hoje à noite, enquanto ilustrava uma caricatura de minha namorada (essa criatura linda da foto)...

...escutei o Animals e Wish You Where Here do Pink Floyd. Discos excelentes! Não sei o que o David Gilmour e o Roger Waters tomavam, mas as viagens deles são incríveis. Destaque para o álbum Wish You Where Here de 1975, com músicas como Shine on You Crazy Diamond com seus solos de guitarra épicos e claro, a clássica Wish You Where Here que deu saudades de minha namorada. Essa é nossa música.
Só escrevi isso pra mostrar o quanto a música inspira o que eu faço.
A primeira capa é do Animals que tem um porco voando entre as chaminés da fábrica e a segunda é do Wish You Where Here, que no encarte contém produções fotográficas mutcho loucas.
Há algum tempo ganhei de meu ex-chefe uma coleção de vinis. Coleção essa que é um verdadeiro tesouro com Pink Floyd, Beatles, Jethro Tull, Black Sabbath, Rush... e todos originais da época.
Por um tempo esse "tesouro" ficou parado aqui em casa, mas isso mudou na semana passada quando coloquei o toca-discos em meu quarto.
Meu Deus, o que eu estava perdendo!!! Nunca fui fã de vinil acho até porque nunca tive a cultura e a paciência de escutá-los. A dificuldade de passar as músicas, virar o disco, o tamanho, a qualidade sonora... pois é, o CD deixa a gente mal-acostumado.
Tudo é incrível no vinil, eles passam sensações que nunca tinha experimentado antes, o som com chiados, a gravação original, as capas... ah as capas e os encartes. Não há CD no mundo que se equiparem as elas. Praticamente obras de arte que vêm à parte com os discos, especialmente as do Pink Floyd.
E, pra começar com o pé direito, já mandei ver um The Wall. Perfeito!!!

Como diria o Pearl Jam: Viva la Vinil!
Aqui vão umas fotos do estado de cansaço que me encontro ultimamente.
Muito engraçado, hehehe.
A primeira é antes de ir pro trabalho (a pé, porque a gasosa aqui em Caxias não é barata) e a outra depois de voltar do trabalho e tirar o boné.
Está oficialmente aberto o Blog do Calote!
Seja bem-vindo você amigo e dona de casa, mah ôeh! Como diria o Silvio.


Já vou comentando que ultimamente ando muito cansado, barbaridade, tenho que dormir mais cedo.
O pior é que passo o dia cansado e chega de noite perco o sono, só consigo dormir depois das 00:30.
Bah, queria ser como aqueles que não precisamm mais do que 5 horas de sono...