Adan L. Marini (Calote)

Digamos assim, isso é um diário digital, onde posto assuntos de meu interesse e outros que me chamam a atenção. E claro, algumas histórias engraçadas. Aqui vou comentar filmes, música, séries, desenhos, games... Não, não é viadagem, até porque não vou começar os textos com "querido diário". É apenas uma maneira fácil que encontrei de botar alguns assuntos que estão na minha cabeça pra fora. Desabafar, desafogar, fazer o trânsito andar.

23 maio, 2006

Beats Lounge de mim!!!

Cara, fazia já algum tempo que não saía com alguns amigos meus, ainda mais depois de uma discussão que eu tive com eles um tempo atrás, eis que neste Sábado que estava calmo, frio e sem nada para se fazer senão ficar em casa vendo uns filmes debaixo das cobertas, me mandam uma mensagem convidando eu e a Iandra pra irmos na tão falada Beats Lounge. Tudo bem, uma ligação para esclarecer quanto tá a entrada e tal (uma facada), decidimos ir. Juntei a pouca grana que me restava pois acho que vale a pena gastar fazendo festa com meus amigos. Não sou nem um pouco fã de boate, mas quando têm meus amigos e cachaça a festa tá garantida.
Inclusive um deles passou aqui em casa antes de irmos pra casa da Iandra pra ela se arrumar. Ele já tava meio quá, e veio aqui pra ver se ia ou não pegar uma roupa emprestada é porque ele estava com todas as suas sujas! Muito engraçado! Heheh Mas tudo certo, não precisou, ele tava na beca.
Levei então a Iandra até a casa dela, onde esperei (por um bom tempo hehe) ela se maquiar se vestir, perfumar... mas valeu à pena, ela ficou linda.

Fomos então pro local da festa. Estacionei meio longe porque a rua estava lotada, ainda que não precisava molhar a mão dos guardinhas.
Feito isso enfrentamos uma fila de uns 20 minutos na garoa, êita saúde.

Lá dentro foi uma empurra-empurra até acharmos os caras, ainda que foi fácil. Tivemos sorte porque eles recém tinham comprado um litrão e já fui enchendo um copo. Devo ter bebido mais de 6 naquela noite! A Iandra não podia beber, ainda bem, é uma garantia de voltarmos vivos pra casa! Hahaha
Bom, quanto ao lugar, quando chegamos tinha uma banda que nem sei o nome só tocando farofada.

Não imaginei em um dia ficar feliz pelo Tunti tunti finalmente começar. Era aniversário da prima da Helen. A nossa mesa estava ao lado de um corredor e como o lugar tava cheio tinha gente se espremendo o tempo inteiro passando por e em nós. Ir para o banheiro era um inferno, naquele lugar tinha fila pra tudo, pro bar, banheiro, cabides. Que inclusive a Iandra depois de ficar muito tempo na fila avisaram que não tinha mais lugar pra largar a roupa, ela emputeceu. Mas depois conseguiu colocar elas no mesmo número das de um amigo (o mesmo que veio aqui em casa).
Haha, uma hora engraçada foi quando uma mina subiu numa mesa pra dançar, daí percebi como aquele lugar era virado em seguranças. Pipocavam por todo o lado e pediram pra ela descer.
Tempo passa, eu e o Pau D’água resolvemos baixar mais um litro. Passado mais um tempo o Marcelão vem nos avisar que esse meu amigo (o que veio aqui em casa) estava numa confusão, ele quebrou um copo na cara de um louco que tava soqueando e chutando ele. Me falaram, o cara começou a brigar do nada com ele e por isso levou uma copada que deve ter estragado a orelha do cara pra valer. O pior é que meu amigo nessas foi espancado pelos seguranças da casa, vai ver porque o cara que levou a copada tava sangrando e meu amigo relativamente ileso.
Bah, meu amigo tava mal depois do que os seguranças fizeram com ele, coitado, e eu e o Marcelão ajudamos ele a sair de lá, pelos fundos. Amigos estão aí pra isso. Parecia coisa de filme de máfia, um depósito com vários seguranças-armário, mas tudo terminou bem nesse sentido. Meu amigo saiu com o carro do Marcelão que mais tarde passaria pra pegar ele e a Helen.
Devido a confusão, resolvemos ir embora, mais uns 20 minutos na fila. Na hora de pagar a conta, deu muito mais do que se imaginava, porque só eu e o Pau D’água tínhamos baixado o litro e percebi que não tinha dinheiro e nem talão de cheques. Sou uma anta mesmo. Mas a Iandra (Santa Iandra) estava prevenida e nos salvou.
Lá fora o que nos esperava era o frio e adivinhem, deixei os faróis do meu carro ligados e eu estava sem bateria. O pior é que as portas trancam só com interface e sem bateria elas não iam abrir nunca. Daí me lembrei que às vezes elas não trancam, que sorte a minha, as portas estavam abertas. Contei com a boa vontade de um dos guardinhas pra ajudar a empurrar e fazer pegar no tranco e consegui!!!

Levei a Iandra de volta pra casa e fui pra casa pra um merecido descanso.
Como já falei pra um amigo, a gente um dia vai lembrar disso tudo e dar rizada.

1 Comments:

  • At 1:20 PM, Blogger Rafael Rodrigues said…

    "...mas valeu à pena, ela ficou linda"

    Quer dizer que antes ela não era? ehueheuheuehueheuheuheuehuehueheu

     

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