Adan L. Marini (Calote)

Digamos assim, isso é um diário digital, onde posto assuntos de meu interesse e outros que me chamam a atenção. E claro, algumas histórias engraçadas. Aqui vou comentar filmes, música, séries, desenhos, games... Não, não é viadagem, até porque não vou começar os textos com "querido diário". É apenas uma maneira fácil que encontrei de botar alguns assuntos que estão na minha cabeça pra fora. Desabafar, desafogar, fazer o trânsito andar.

18 maio, 2006

Há algum tempo ganhei de meu ex-chefe uma coleção de vinis. Coleção essa que é um verdadeiro tesouro com Pink Floyd, Beatles, Jethro Tull, Black Sabbath, Rush... e todos originais da época.
Por um tempo esse "tesouro" ficou parado aqui em casa, mas isso mudou na semana passada quando coloquei o toca-discos em meu quarto.
Meu Deus, o que eu estava perdendo!!! Nunca fui fã de vinil acho até porque nunca tive a cultura e a paciência de escutá-los. A dificuldade de passar as músicas, virar o disco, o tamanho, a qualidade sonora... pois é, o CD deixa a gente mal-acostumado.
Tudo é incrível no vinil, eles passam sensações que nunca tinha experimentado antes, o som com chiados, a gravação original, as capas... ah as capas e os encartes. Não há CD no mundo que se equiparem as elas. Praticamente obras de arte que vêm à parte com os discos, especialmente as do Pink Floyd.
E, pra começar com o pé direito, já mandei ver um The Wall. Perfeito!!!

Como diria o Pearl Jam: Viva la Vinil!