Em Sin City...
Finalmente!!!Após um ano espera consegui assistir ao filme que eu tanto queria: Sin City.
Tenho que admitir que não foi fácil, tive que resistir de locar e de pegar emprestado. Tudo isso porque não consegui vê-lo no cinema. A partir disso jurei pra mim mesmo que só ia assistí-lo depois que o comprasse. Dito e feito.
E valeu à pena, cara do céu, o filme é o extremo de tudo que eu já vi e gosto de ver em um filme. Ele é visceral, escancara tudo sem papas na língua. Violência extrema, ação extrema, humor negro, ótimos efeitos especiais, personagens interessantes, elenco de dar inveja e ótimo roteiro. Tudo sob a direção do faz-tudo Robert Rodrigues, o criador Frank Miller (que faz ponta como um padre), e o especialmente convidado Quentin Tarantino, que dirigiu a engraçada cena de Dwight conversando com o cadáver degolado de Jackie Boy.
Sem falar num dos diferenciais mais chamativos do filme que é o fato de ser todo em preto e branco, mas com alguns detalhes relevantes coloridos (lábios, olhos, roupas). A iluminação também é demais, dando todo um clima noir. Na verdade, tem todos os elementos de um filme noir, clima, personagens, narração...
Outro detalhe interessante foi ter deixado o sangue em branco em algumas cenas, o que faz mexer com a cabeça de quem assiste, é bizarro.
É incrível que todos os cenários (menos o bar) tenham sido feitos em CG, porque a montagem está muito bem-feita.
Para alguns, o filme vai parecer tosco e exagerado em algumas cenas pois contém muitas características de Tarantino e dos quadrinhos, onde é normal o exagero. Mas fica melhor ainda para quem já está familiarizado com ambos.
E falando em quadrinhos, o filme é originado na obra em quadrinhos do mestre Frank Miller, e é uma compilação de 3 histórias que se passam na sombria, violenta e decadente Basin City. Não sendo apenas uma compilação dessas histórias, ele é uma história em quadrinhos em movimento, uma transposição direta dos deles para a tela. Parece até que a HQ serviu de Storyboard para o filme.
O longa conta com três histórias distintas que de alguma maneira se entrelaçam.
Na segunda temos Dwight que tem de livrar o bando arruaceiros de Jackie Boy das confusões e quando eles vão para a Cidade Velha, onde as prostitutas mandam, a coisa se complica e toma proporções onde até a máfia estará envolvida. Enquanto o caos toma conta da Cidade Velha Dwight terá que dar um jeito de terminar com a confusão que Jackie Boy e seu bando começaram.
Com certeza um dos melhores filmes que já vi na vida, num dia assisti a versão legendada e no dia seguinte a dublada.
É o novo Pulp Fiction.
Mais filmes assim deveriam se feitos hoje em dia, corajosos e inovadores.







1 Comments:
At 12:51 PM,
Anônimo said…
hahahahahha esse teu blog é show
como ri na historia da beats hahahahaha
ow, meu flog ta no link aí em baixo
bj
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